Alergias Respiratórias
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Figura 1
Fase
Imediata e Tardia
da
Rinite Alérgica
As
principais alterações imunológicas
durante a imunoterapia são
(Tabela
1, Figuras 2 e 3)
:
Tabela 1 - Alterações Imunológicas durante Imunoterapia
· Níveis séricos de IgE específica
· Níveis séricos de IgG específica
· Diminuição de mediadores de mastócitos e basófilos (histamina, PGD„ fatores quimiotáticos de eosinófilos e neutrófilos)
· Redução do fator liberador de histamina
· Decréscimo da reatividade e do número de mastócitos e basófilos
· Diminuição do número de eosinófilos
· Estímulo da população de linfócitos T supressores
· Indução de tolerância de células B produtoras de IgE
· Bloqueio da ativação de ICAM-1
Modulação da função de células T
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Figura
2 |
Figura
3 |
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Alergias Respiratórias
No início do tratamento, observa-se um aumento na concentração dos níveis séricos de IgE específica, seguido por uma queda gradual, até atingir valores normais após meses de imunoterapia. Nos casos de rinite alérgica sazonal, foi relatada uma atenuação do aumento sazonal de IgE específica.
Os níveis de IgG, predominam no início do tratamento, enquanto que os níveis de IgG4, anticorpo bloqueador, aumentam após 12 meses. Admite-se que a IgG4 atue por competição com a IgE, ligando-se ao antígeno e impedindo assim a ativação de mastócitos e basófilos. Recentemente, novas hipóteses foram propostas sobre outras funções deste anticorpo. Em 1993, Aalberse et al identificaram a capacidade da IgG e vitar a ligação da IgE com o receptor de alta afinidade FceRI. Em 1995, Barcy et al verficaram que complexos antígeno-IgG poderiam alterar o processamento e a apresentação de antígenos, impedindo a coestimulação através da molécula CD28. Dessa forma, os linfócitos T se tornariam não-responsivos ao alérgeno (teoria da anergia). As doenças alérgicas estão associadas à maior produção de citocinas TH2 e por conseqüência uma menor produção de TH1 (Figura 4). Acredita-se que a imunoterapia modifique ou reduza as quantidades de citocinas produzidas, melhorando os sintomas clínicos. Existem evidências de que a imunoterapia possa diminuir a produção de citocinas TH2 (IL-4, IL-5, IL-13), aumentar as citocinas TH1 (IFNy) ou ainda induzis um estado de anergia das células T13
Figura 4
Teoria do desvio da Imunidade

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